sexta-feira, 23 de julho de 2010

STOP Colares













Confesso que andei afastada deste acessório tão versátil e peculiar para agora ter sido abruptamente despertada para as suas virtudes.
Os colares, curtos ou compridos, minimalistas ou de inspiração Arte Nova, tribalistas ou futuristas, urbanos ou de aplicações românticas, todos são permitidos.
Não é novidade que este acessório de Moda de eleição completa e enriquece o look. A sua faceta camaleónica permite transformar qualquer outfit.
Para tirar o maior partido destas verdadeiras relíquias, tenha em consideração os seguintes conselhos:

1-Se tem o pescoço comprido, prefira colares curtos, com uma ou mais voltas.

2-Se por outro lado, tem o pescoço curto, colares mais longos criam uma sensação de verticalidade.

3-Se usar em oversize, opte por brincos discretos.

4-Tenha em mente que colares XL, evidenciam peitos volumosos. Evitar as sobreposições.

Divirta-se a experimentar!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A minha bagagem vai de férias!

Em contagem decrescente para as tão desejadas e merecidas férias, o meu cérebro formatado exclusivamente para pensar no feminino já anda a fazer a mala mentalmente.
Por esta altura, nós mulheres deparamos-nos com o mesmo dilema, o que levar?
Todos os anos selo um compromisso que repito vezes sem conta, talvez numa tentativa de me convencer a mim própria... "Este ano vou levar o mínimo e o indispensável". Nunca cumpro.
Abomino fazer e desfazer malas. Resultado? Levo tudo. "Pode fazer falta" afirmo eu convicta.
Desta vez a experiência obrigou-me a fazer delete aos excessos irracionais e simplifiquei a coisa.
O objectivo é reunir peças básicas, conjugáveis entre si e evidencia-las com acessórios.
Aqui vai o meu upgrade:

- Singletes e t-shirts sem limite de número (única excepção)
- 2 pares de calças de sarja, modelo cintura subida e dobra em baixo. Em azul-escuro e crú.
- 1 saia bege, cintura subida, rodada
- 2 cardigans, branco e fuchia
- Sandálias rasas douradas
- Sandálias de cunha castanhas, sola em corda
- 2 malas, azul de mão em trapilho e bege de ombro estilo romântico
- Acessórios (cintos, colares, pulseiras e brincos)
- Biquínis
- Túnicas
- Havaianas
- Saco de praia

Será desta que deixo as minhas roupas tirarem férias de mim?!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Clean Closet


A moda é cíclica. Os nossos armários também o deveriam ser. Mas não são.
Com um sem fim de tendências a renovarem-se estação após estação, a roupa vai-se acumulando, a confusão instala-se e o caos é inevitável. Dramática? Não, prática.
Porque continuamos a guardar peça atrás de peça, numa esperança tímida de que um dia as voltemos a usar? No fundo, sabemos que estão condenadas à escuridão e naftalina dos armários, completamente entregues às traças.
Será remorso, comiseração, ilusão? Preguiça, ingenuidade ou estimação?
Eu diria antes, falta de organização.
Porque nos empenhamos tanto em comprar a peça mais Moda e em construir a imagem mais Trendy, se depois abrirmos o nosso closet e apenas conseguimos vislumbrar uma imensa amálgama de tecidos?!
A base para a construção da imagem, é um armário arrumado.

Primeira fase: limpar, limpar, limpar.
- Organizar a roupa por tipologia. Facilita o processo de selecção e localização.
- Separar as peças por estações. Inverno para um lado, Verão para outro. As peças de meia estação têm lugar cativo.
- Roupa com aspecto usado e desbotado, são peças "mortas".
- Peças que não lhe servem, que não a favorecem, que estão guardadas há anos,"divorcie-se" delas.

Segunda fase: Reorganizar.
- Questão: Do que precisa?
- Invista nos básicos: um trench coat, um sobretudo, uma camisa branca, um cardigan, umas calças linha direita, uns jeans clássicos e um blaser com bom corte.
- Opte pelas tendências em versão "low cost". Não valem o investimento pela simples razão de que na próxima estação já não serão tendências.

Organize-se!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Os blogs de Moda estão na Moda


Um "boom" de blogs de Moda invadiu a blogosfera. Este termo colectivo que compreende todos os blogs como uma comunidade ou rede social, ganhou nos últimos anos um sem fim de seguidores que se dedicam a escrever sobre Moda.
Qual a justificação para este fenómeno de massas repentino?
O conceito de "Aldeia Global" avançado pelo sociólogo Mcluhan parece fazer cada vez mais sentido. A surpreendente evolução das tecnologias de informação e comunicação, permitiram desenvolver uma consciência global a uma escala interplanetária.
Esta globalização contribuiu para a abolição de fronteiras, para a relativização das distâncias e para a dinamização da comunicação
Funcionamos um pouco como o "Big Brother", conceito que surgiu pela primeira vez no contexto político pós-hitleriano, pela mão do jornalista George Orwell como forma de denúncia do controle do estado sobre os cidadãos.
Aquele que tudo vê e tudo sabe, é omnipresente.
Na blogosfera as coisas passam-se exactamente assim, vemos e somos vistos. A comunicação está à distância de um Post. Os bloggers interconectam-se com outros bloggers num circulo vicioso, criando a sua própria comunidade online.
Os blogs de Moda não são excepção. A sede de novidade que esta Indústria fomenta, converteu o blog no canal de transmissão e veiculação de informação mais eficiente do ciberespaço.
Uma coisa é certa, os blogs de Moda estão na Moda. Mas só os mais “fashion” irão continuar a ditar as tendências.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Eu e a minha It Bag


Sou inseparável das minhas malas, carteiras, bolsas, clutch, como lhe queiram chamar…Este acessório de culto das mulheres é muito mais do que um compartimento para arrumação e transporte de objectos de uso diário.

Este verdadeiro “tesouro” portátil esconde no seu interior os segredos mais íntimos de quem o transporta.

Podendo revelar muito acerca da personalidade e vivências da sua “dona”, este complemento de imagem é uma extensão de nós mesmas.

Uma mala funciona como um escudo. Com a nossa “It Bag” pelo braço, pela mão ou a tiracolo, sentimo-nos preparadas para enfrentar o mundo.

A juntar a tudo isto, o imprescindível factor fashion, torna este acessório obrigatório.

Algumas casas internacionais de renome, assinaram as carteiras mais desejadas da história da Moda, entre elas a Louis Vuitton, a Balenciaga, a Longchamp, a Hermès, a Miu-Miu, a Chanel e a Gucci.

No entanto, marcas como a Zara, a Uterque, a Massimo Dutti, a Mango, a H&M, a Misako e a Parfois garantem alternativas mais acessíveis, bastante competitivas e "quase" tão interessantes como estas autênticas obras de Arte.

Inspire-se!






terça-feira, 13 de julho de 2010

Vestida para Combate




Renda-se. A doutrina militar está na "linha da frente". Operacional e estratega, esta tendência todo-o-terreno lidera.
A táctica é simples. Tons austeros, padrão camuflado, casacos estruturados, bolsos de chapa, calças cargo e insígnias.
Muna-se com uma carteira XL e umas sandálias compensadas. Proteja-se com uma uma paleta cromática em tons neutros (bege, caqui, castanho). Arme-se com um cinto a marcar a silhueta.
Coloque-se em sentido e faça continência. A guerra está declarada.
Está pronta para o combate?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Referências de Moda


Quase todos nós temos alguém, próximo ou não, que admiramos. São pessoas que se convertem em referências, cujas condutas seguimos religiosamente.

Passando do geral para o particular e dado que este é um blog sobre Moda, arriscaria afirmar que todas nós nos deixamos influenciar por alguém cujo estilo nos fascina. Estarei enganada?

Eu própria identifiquei instintivamente, desde muito cedo, as minhas próprias figuras de culto.

Há cerca de 15 deixei-me encantar pelo glamour da realeza do Mónaco. Numa primeira fase, a perfeição e a sofisticação da actriz norte-americana Grace Kelly, convertida em Princesa do “Rochedo”. Actualmente a sua neta Charlotte Casiraghi, é uma digna herdeira da sua beleza e uma referência de elegância e bom gosto.

Foi por influência desta última que comecei a coleccionar encharpes e a usar o cabelo apanhado num coque. Tendência que mantenho até hoje.

O interessante da questão é perceber porque nos deixamos influenciar por estas individualidades e não por outras.

Muitas vezes, essa selecção inconsciente e pouco racional é feita com base nos aspectos que partilhamos em comum. É uma projecção daquilo que somos ou do que gostaríamos de vir a ser.

No fundo funcionamos por “imitação”. Mas o que é o processo de socialização a que somos sujeitos desde o momento do nascimento, senão um sistema de assimilação da cultura que nos é própria?

Afinal cada um de nós não é mais do que uma miscelânea de outros “eus” com que nos fomos cruzamos ao longo da vida.

E a Moda é isso, é personalidade, é cultura, é vida.