Três gerações de modelos distintas, Christy Turlington, Karen Elson e Natalia Vodianova reforçam o conceito de intemporalidade da marca.
A campanha reencarna o glamour dos anos 50 e respira feminilidade.
Très chic!





“Quem somos, de onde vimos, para onde vamos?”
Esta é a questão de partida para a definição do EU que devemos colocar a nós mesmos, assim como o pintor Gauguin colocou em tempos a ele próprio.
A nossa personalidade vai definir e condicionar as nossas opções e pode e deve ser enaltecida através daquilo que vestimos.
Apesar de não sermos a mesma e uma só pessoa ao longo da nossa vida, devemos adequar as nossas roupas ao contexto no qual estamos inseridos de forma a salientarmos a nossa individualidade. Iria até mais longe, é possível projectar na forma como nos vestimos o futuro pelo qual aspiramos.
Com os saldos à porta achei importante fazer esta reflexão, porque o consumo por impulso é uma ameaça real e pode transformar e descaracterizar o nosso roupeiro.
O processo de construção da imagem deve respeitar o nosso Eu interior.
Nunca um ditado popular (ainda que adaptado) fez tanto sentido: Diz-me como te vestes, dir-te-ei quem és.
Esta é a máxima a seguir.

Ontem enquanto fazia o meu "treino" diário no Shopping, deparei-me com as primeiras promoções de verão.
Purista, depurado, limpo, repousante. Assim é o estilo minimalista.